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Como usar cada parte do app, e as perguntas frequentes

Fale com a gente

Dúvidas, problemas ou sugestões: contato@voicing.com.br. Assuntos de privacidade e dados pessoais: privacidade@voicing.com.br. Respondemos em até 2 dias úteis.

Conta e acesso

Como crio uma conta?

Baixe o aplicativo e entre com sua conta Google ou Apple. Não há cadastro com senha própria: usar um provedor que você já tem é mais seguro do que criar mais uma senha para esquecer.

Entrei, e agora? Não vejo grupo nenhum.

O Voicing se organiza em grupos (a sua banda, o seu ministério). Você entra num grupo de dois jeitos: com o código de convite que a liderança te passa, ou criando um grupo novo, se quem lidera é você. Quem entra por convite pode passar por aprovação da liderança: se o seu pedido está "aguardando", é isso.

Como excluo minha conta?

No aplicativo: Gestão → Excluir conta. Sem o aplicativo, siga as instruções em voicing.com.br/excluir-conta. A exclusão remove seu perfil e desvincula você dos grupos; o que não é seu (escalas do grupo, repertório) permanece com o grupo.

Escalas e confirmação

Fui escalado. Como confirmo?

Pela própria notificação ("Confirmar" / "Não posso"), pela Home ou abrindo a escala. O líder vê a contagem de confirmados em tempo real.

Não vou poder num domingo. Como aviso?

Home → "Não posso", escolha a data. O motor de escalas deixa de sugerir você nessas datas, e se alguém tentar te escalar à mão, verá o aviso com destaque.

O que é o motor de escalas?

É o montador automático: a partir do tipo de evento (quantas vozes, quais instrumentos, quantas músicas), ele sugere equipe e repertório respeitando indisponibilidades, rodízio e as músicas mais tocadas do grupo, e explica o porquê de cada escolha. O líder revisa e ajusta tudo antes de publicar.

Notificações

Não recebo notificações. O que confiro?

Abra Gestão → Preferências de notificação: o aplicativo mostra ali o que está impedindo o push de chegar (permissão negada, notificações desligadas no sistema). Liberou e continua sem receber? Escreva para contato@voicing.com.br dizendo o modelo do aparelho.

Repertório, letras e cifras

De onde vêm as letras e cifras?

O material do grupo é escrito, colado ou importado por vocês, e as cifras podem vir do acervo compartilhado entre grupos. A consulta a sites de terceiros abre a página da fonte, com crédito e endereço. Detalhes na seção 7 dos Termos de Uso.

Encontrei material que viola direitos meus.

Use o botão "Reportar direitos" na tela em que o material aparece, ou escreva para contato@voicing.com.br. Analisamos e removemos quando cabível.

Conteúdo e segurança

Como denuncio um conteúdo ou usuário?

Toque e segure (ou use o menu "⋯") no conteúdo e escolha Denunciar. A denúncia é anônima para o denunciado e vai para a moderação da plataforma. Você também pode bloquear uma pessoa: o que ela escreve deixa de aparecer para você.

Quem vê o que eu escrevo?

O conteúdo do grupo (escalas, avisos, mural, repertório) é visível só para membros do grupo. O que atravessa grupos é somente a cifra publicada no acervo, com o nome de quem publicou à vista. Detalhes na Política de Privacidade.

Como usar o Voicing

Os guias abaixo explicam as peças do app na ordem em que elas aparecem na vida do grupo: primeiro quem é a equipe, depois o que acontece toda semana, depois o que se canta.

Membros, convites e papéis

Em Gestão › Membros e funções está todo mundo do grupo. Ao cadastrar alguém, informe o e-mail e deixe o convite ligado: se a pessoa já usa o Voicing, o convite chega dentro do app dela e um toque a põe no grupo; se ainda não usa, o app devolve um código de uso único para você mandar. Ela cria a conta e escolhe a própria senha, e ao entrar ela assume o cadastro que você fez, com as funções que você já marcou.

Quem não usa celular pode ficar como cadastro sem e-mail: entra nas escalas e aparece nos relatórios, mas não recebe aviso nem confirma presença, e quem lidera responde por essa pessoa.

Os papéis dizem o que cada um pode fazer: membro vê as escalas em que está e responde por si; líder de vocal escolhe quem ministra cada música; líder monta e publica escalas, mexe no repertório e cobra confirmação; administrador faz tudo isso e ainda cuida do plano, dos papéis dos outros e da saída de gente.

Funções do grupo

Função é o que a pessoa faz no palco: vocalista, ministro, contralto, violão, teclado, mesa de som. É a peça que amarra três coisas: o que o membro sabe fazer, o que o tipo de evento pede e a vaga que a escala abre. Por isso ela se cadastra uma vez em Gestão › Funções e vale para o grupo inteiro.

Cada membro marca as funções dele no próprio cadastro, e pode ter uma função principal: quem canta e toca costuma preferir uma das duas, e o motor respeita essa preferência antes de olhar a fila. Quem está aprendendo uma função entra como aprendiz: acompanha quem já faz, sem ocupar a vaga.

Tipos de evento

O tipo de evento é o molde de uma escala: culto de domingo, EBD, ensaio, reunião de liderança. Ele guarda o dia e o horário de sempre, quantas pessoas de cada função o evento pede, de quantas músicas de cada classificação o repertório se faz, e o traje. Um tipo bem configurado é a diferença entre montar a escala num toque e montar na mão toda semana.

Cada tipo escolhe como as pessoas entram:

O tipo também sabe se se repete sozinho (toda semana, a cada quinze dias, num dia do mês) e se o motor deve montar equipe e repertório assim que a escala nasce. Dá para amarrar uma equipe fixa a um tipo: o culto dos adolescentes é da equipe dos adolescentes, e ponto.

Quando o evento toca em mais de uma parte, o tipo ganha um momento para cada uma: a abertura e a ceia, o primeiro e o segundo set. Cada momento diz quantas músicas de cada classificação o motor sorteia e quais entram sempre, antes das sorteadas: o hino que abre toda ceia é escolhido uma vez, no tipo, e não mais toda vez. Na escala, o nome do momento aparece acima das músicas dele, e a montagem do repertório mostra um momento por vez. A música de um momento não se repete em outro do mesmo evento.

Dá para pedir música que seja de duas categorias ao mesmo tempo: em "Combinar categorias", escolha as duas e diga quantas. É como se pede o hino da Harpa que é de ceia, sem criar uma categoria só para isso. A tela mostra quantas músicas do repertório têm as duas, para você não pedir mais do que existe.

Na tela do tipo, cada assunto tem o próprio cartão (quem vai, quando e onde, repertório, traje, criação automática), com o resumo do que está combinado. Abra só o que veio mudar e salve no fim.

A vida de uma escala

Toda escala passa pelas mesmas fases, e cada uma tem uma cor na lista:

  1. Em montagem: a escala existe só para quem lidera. Aqui você monta a equipe e o repertório, na mão ou com o motor. Ninguém é avisado e prazo nenhum corre.
  2. Publicada: ao publicar, o grupo recebe o aviso e o prazo de confirmação começa. Cada pessoa responde confirmo ou não posso; quem não responde até o prazo pode ser substituído automaticamente, se o grupo quiser.
  3. Ao vivo: no dia, o Modo Palco mostra o repertório na ordem e quem lidera já pode marcar quem chegou e quem atrasou.
  4. Encerrada: depois do evento, o registro de presença fecha a conta: quem veio, quem faltou, quem atrasou. É esse registro que alimenta o rodízio da próxima.

A qualquer momento a liderança pode cobrar quem não respondeu, refazer a escala com o motor (a escala inteira, só as vozes, só os instrumentos ou só o repertório), convidar alguém de fora do grupo para uma vaga, escrever no mural da escala e compartilhar a escala como imagem.

O motor de escalas

O motor monta a equipe e o repertório a partir do que o tipo de evento pede. Ele não sorteia: segue uma fila, e quem tocou menos entra primeiro. Em Gestão › Motor de escalas você ajusta como essa fila se comporta.

O motor também respeita o que não é fila: quem marcou indisponibilidade naquela data não é chamado, quem já está escalado em outro evento no mesmo horário não entra duas vezes, e funções marcadas como essenciais são as últimas a ficar vazias quando não dá para todo mundo. Quando uma vaga fica aberta, a escala diz o porquê, ninguém exerce a função, todos estão indisponíveis, ou os candidatos já entraram em outra vaga.

No repertório, ele evita repetir o que foi cantado nas últimas semanas, segue as cotas de classificação do tipo e limita quantas músicas novas entram de uma vez.

Equipes e rodízio por período

Em grupo grande, escalar pessoa a pessoa monta domingos com gente que nunca tocou junta. A saída que as igrejas usam há décadas é dividir o grupo em equipes e girar a vez entre elas. Cadastre-as em Gestão › Equipes, na ordem em que elas se revezam, e ligue Por equipes em Gestão › Motor de escalas.

Aí escolha quanto tempo a vez dura: uma escala, uma semana, quinze dias ou um mês. Com a vez presa ao calendário, todos os eventos do período são da mesma equipe: o culto de domingo, a quarta e o ensaio de sábado, e a data de início alinha a rotação com a escala que o grupo já combinou. A semana começa no domingo, então o ensaio de sábado pertence à semana que abriu no domingo anterior.

Dentro da equipe, o rodízio de pessoas continua igual: uma equipe de dez para uma formação de seis ainda precisa escolher, e quem escolhe é a fila de sempre. Se a equipe da vez não tem quem cubra uma vaga (ela não tem baterista, digamos), o motor chama o baterista do grupo em vez de deixar o domingo sem bateria, e a escala mostra que essa pessoa veio de fora da equipe.

Equipe pausada ou sem gente fica fora da roda. E se um tipo de evento tem equipe fixa, ela ganha da vez: aquele culto é sempre dela.

Repertório, letra e cifra

O repertório é o acervo do grupo. Cada música tem uma ficha com tom, andamento, classificações e o material que o músico abre antes do ensaio: letra, cifra, partitura, áudio e vídeo. Dá para cadastrar uma a uma ou importar uma planilha: o app procura as colunas pelo nome que elas tiverem e ignora o resto.

A música que o grupo guarda para ocasião certa, ou que ainda não está pronta para o palco, pode ficar fora das escalas automáticas: é um interruptor na ficha. O motor não a escolhe mais, e você continua podendo colocá-la na mão em qualquer escala.

As classificações (adoração, louvor, ceia, harpa) são a linguagem que o grupo usa para pedir repertório ao motor: as cotas do tipo de evento falam em "duas de adoração, uma da harpa". Música sem classificação nenhuma nunca é escolhida pelo motor.

Letra e cifra podem vir de um link ou ser escritas no app. A cifra escrita no grupo pode ser transposta para o tom do evento sem mexer no original, e o Modo Palco mostra tudo em tela cheia, com rolagem automática. Na escala, cada música pode ter um tom só daquele domingo e quem ministra aquela música.

Multitrack

Multitrack é a música separada em faixas: click e voz-guia, vozes, harmonia e base. O envio é pelo site, porque são muitos arquivos de uma exportação e eles vivem no computador. O app reconhece o tipo de cada faixa pelo nome do arquivo.

Quem toca abre o player e ouve como precisa: a banda inteira, a própria parte em destaque com o resto de fundo, ou sem a própria parte para tocar por cima. Há mudo e solo por faixa, trecho em repetição para estudar uma passagem e, no palco, o Ao vivo, que manda click e guia para um lado e a banda para o outro, com um botão que silencia a guia sem parar a música.

Ferramentas do palco

Ainda com dúvida?

Escreva para contato@voicing.com.br contando o que aconteceu e, se puder, em que tela. Quanto mais contexto, mais rápida a resposta.